1º DE MAIO DIA DO TRABALHADOR, TRABALHADOR?

1º DE MAIO DIA DO TRABALHADOR, TRABALHADOR?

Após pouco mais de um século da revolução industrial, do aparecimento do emprego; a indústria e a PEA (população economicamente ativa) mundial, que necessita de emprego para sustentar a si e a sua família, caminham em direção a uma situação muito preocupante.

Atualmente, como consequência do surgimento de novas tecnologias, a indústria produz cada vez mais, gerando cada vez menos empregos.

Trabalhar vem do latim vulgar “tripaliare” que é derivado do latim clássico ”tripalium”, instrumento de três pontas utilizado na Roma antiga para torturas e outros fins. Daí surge “torturar”.

A palavra trabalhar está mais ligada à noção de sacrifício ou sofrimento do que  à de prazer; então temos trabalhador.

Nunca porém, essa ideia esteve tão complicada como nos tempos atuais.

Por que tamanha complicação? Por que tanto desemprego? E por que o ato de trabalhar parece caminhar de volta às suas origens de sofrimento e tortura quando o ideal da civilização aponta para o lazer, o entretenimento e a diversão?

Os números do desemprego são alarmantes. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego no Brasil atingiu 13,1% no trimestre encerrado em março de 2018, maior nível desde maio do ano passado. Isso significa que 13,7 milhões de pessoas estão desempregadas no país.

Temos que mudar esses dados, pois ninguém há de desejar que paremos no tempo.

O elenco de artigos como:  incentivo para a instalação ou ampliação de indústrias, redução, isenção ou reversão de impostos, cursos de qualificação/requalificação profissional para preparar o trabalhador para o exercício da atividade industrial e comercial, com certeza irão contribuir fortemente para a geração de empregos nos municípios.

Pensemos nisso!

Deputado Estadual CLAUDIO PALOZI

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